Saiba quando o cabelo não pode receber tratamento químico

quimica proibida

Para receber qualquer tratamento químico, seja tintura, descoloração, relaxamento ou alisamento, os cabelos precisam ser submetidos a uma avaliação prévia para verificar a integridade dos fios – que não podem estar fragilizados, sensibilizados ou muito processados -. Antes de iniciar qualquer procedimento é preciso que um profissional qualificado avalie a situação dos fios, de acordo com o seu estado atual e o resultado desejado, para decidir se o processo é seguro e qual princípio ativo mais adequado à realidade das madeixas.

Para quem faz uso de qualquer procedimento químico, é importante observar a frequência com a qual você submete o cabelo ao processo e, sobretudo, que existem cuidados que devem ser tomados antes ou depois da química para atenuar ou minimizar os seus efeitos negativos daquela ação. O uso contínuo de produtos agressivos, associado a cuidados inadequados, além de deteriorar o aspeto do cabelo, pode provocar uma série de problemas como frizz, ressecamento excessivo, porosidade, desidratação e, em casos mais graves, causar sua queda (corte químico); por isso, para cabelos que tenham sido processados anteriormente, o ideal é fazer antes de uma nova aplicação um teste de mecha, pois a tolerância dos fios pode impedir a aplicação.

Quando o cabelo não está íntegro, o mais indicado é espaçar a aplicação de procedimentos químicos, sendo muito importante evitá-los se o fio estiver muito danificado. Também evite fazer procedimento que utilize produtos químicos quando apresentar lesões no couro cabeludo.

Quando o procedimento químico é contraindicado

– Quem sofre com deficiências nutricionais; têm problemas hormonais, fazem uso de medicamentos emagrecedores, ansiolíticos ou anticonvulsivos, corticoides ou cortizonas, não devem submeter os cabelos a alisamentos, pois problemas nutricionais e hormonais, assim como a influência de certos fármacos, aumentam o risco de queda capilar, fazendo com que o cabelo desenvolva-se menos e fragilizando bulbo capilar. Por isso, qualquer prática que exija algum tipo de tração deve ser descartada; também pode ocorrer quebra na fibra, pois a falta de nutrientes deixa o cabelo mais fraco;

– Durante a gestação é permitido o uso de química mas com cuidado, sem excessos; não é aconselhável o uso nos primeiros três meses de gravidez, seja tintura ou alisante. Como os produtos são aplicados a partir do couro cabeludo e teriam um potencial maior de absorção na gestante, parece mais seguro não utilizar o alisamento durante a gravidez; alguns especialistas acreditam que a quantidade de produto absorvida pelo corpo é pequena demais para ser preocupante, desde que as mulheres não abusem dos tratamentos, mas o fato é que os vapores químicos que se espalham no ar no momento da aplicação não devem ser aspirados pela gestante, porque podem ser prejudiciais ao bebê;

– Procedimentos em crianças não são aconselháveis porque a região do couro cabeludo é muito vascularizada e absorve os produtos em quantidade que pode gerar algum tipo de alergia até intoxicação. O ideal é esperar até o final da adolescência, também que é nesta fase, que elas ou eles ficam um pouco mais maduros, para saber ao certo o que significa química no cabelo e os cuidados que são exigidos;

– Alguns produtos químicos são incompatíveis entre si, se você já fez alisamento, permanente ou qualquer outro procedimento com o tioglicolato de amônia, saiba que está terminantemente proibida de usar a guanidina e vice-versa, em contato uma com a outra, os fios se partem no ato. Tanto o tioglicolato de amônia quanto o hidróxido de sódio só são compatíveis com eles mesmos e, portanto, não é aconselhado misturá-los com luzes, reflexos e até com algumas colorações. Já o henê (um produto à base de pirogalol, usado para colorir os cabelos de preto e alisá-los ao mesmo tempo) está no rol das químicas que não são compatíveis com a guanidina;

– Não devem fazer uso de substâncias alisantes os fios que estiverem fragilizados e quebradiços, é importante recuperá-los antes de agredi-los novamente com mais química, de preferência com hidratação; as cauterizações devem ser evitadas, pois geralmente elas têm um creme reestruturador muito forte que acaba deixando o fio selado e brilhante, mas não hidratado;

Para qualquer dos procedimentos, é importante que o cabeleireiro saiba do histórico dos seus fios para que ele avalie o estado das madeixas e veja o que pode e o que não pode ser aplicado. Sabendo o quanto os cabelos já foram forçados ajuda a não fragilizá-los ainda mais. Se o cabelo não estiver saudável para receber uma química neste momento, existem tratamentos para serem feitos antes ou até mesmo durante a aplicação para possibilitar que os cabelos com química recebam novos procedimentos.

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